Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Edvaldo Brito não vai a reunião de Comissão da Mobilidade e manifesta contrariedade a declarações de ministra

Por Leonardo Martins / Rodrigo Aguiar

Foto: Tiago Melo/Bahia Notícias
O vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), evitou comentar diretamente a razão de não ter comparecido a uma reunião da Comissão de Mobilidade agendada para esta sexta-feira (13), às 9h, em comunicado enviado ao presidente da comissão, Eduardo Copello. No documento – no qual também constam os nomes da procuradora-geral do Município de Salvador, Angélica Guimarães, e do secretário municipal de Transportes Urbanos e Infraestrutura, José Mattos –, o petebista informou a sua ausência “considerando a necessidade de o Município da Cidade do Salvador posicionar-se, em termos de sua participação, nas decisões a serem adotadas na Comissão, face à defesa do interesse público”. Em entrevista ao Bahia Notícias, porém, o vice-prefeito revelou de forma mais concreta o que possivelmente motivou a sua ausência no encontro, ao manifestar contrariedade em relação às declarações feitas pelas ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Durante visita a Salvador, a titular da pasta sinalizou que o governo federal estaria disposto apenas a liberar as verbas para a operação conjunta das linhas 1 e 2 do metrô. “Eu posso dizer que, em função das declarações da ministra, o Município de Salvador teve que parar um pouco para reexaminar a velocidade com a qual [demonstrou que] estava de braços abertos. Acredito que a ministra, por não conhecer a necessidade do povo dessa cidade, deu aquela declaração”, afirmou Brito. Ele ainda pontuou que a fala de Belchior, ao referir-se à falta de viabilidade no caso da operação isolada do metrô “calça-curta”, estava relacionada a uma operação comercial. “O município defende uma operação assistida, que seria botar o metrô para funcionar de forma gratuita”, completou.

Compartilhar