Equus: TJ-BA mantém liminar que proíbe dissolução de clube; Vereador quer investigar origem de terreno
Por José Marques
Apesar de toda a movimentação para impedir a venda do terreno do Equus Clube do Cavalo, em Lauro de Freitas (entenda a situação aqui, aqui e ainda aqui), que resultou na transformação da área em Zona Especial de Interesse Ambiental (Zeia), pela Câmara de Vereadores da cidade, os diretores da instituição ainda tentam alienar a área. Na tarde desta terça-feira (3), o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) manteve a liminar que impedia a dissolução do clube. Agora, a decisão irá para o Supremo Tribunal Federal (STF). Após a determinação da Corte estadual, o vereador Lula Maciel (PT) propôs, em sessão no plenário do município da Região Metropolitana de Salvador, que seja feita uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar se a sede do Equus foi doada pela prefeitura do município, com finalidade específica. Se esse for o caso, a diretoria não terá poder sobre o terreno mesmo se o clube for desfeito, já que a área se tornaria pública. “Por alguma razão, não se encontrou ainda o termo de doação e, se não se encontrou o termo de doação, podemos dizer que a área não foi doada. Se não foi doada, continua sendo pública”, afirmou o petista.
