Obstetras denunciam problemas em maternidades baianas
Somente em 2012, cinco fetos já morreram por causa da peregrinação de gestantes em busca de vagas nas maternidades baianas Tsylla Balbino, Albert Sabin – dois em cada uma – e em Feira de Santana. De acordo com o obstetra Peterson Ferraz Sales, os óbitos aconteceram em 45 dias. Para tornar conhecidas as dificuldades encontradas pelos profissionais de maternidades, o médico criou no Facebook o grupo Rosa (Reunião de Obstetras de Salvador), que já tem 213 integrantes. As queixas são várias e vão da ausência de trabalhadores à superlotação. Também são discutidas no grupo possíveis soluções para os problemas, como a possibilidade de acionar o Ministério Público ou encaminhar para o sistema de regulação dos hospitais todos os pacientes recebidos quando não há mais vagas. Informações do jornal Tribuna.
