Supervisor do Salvador Shopping nega policiais no quadro de segurança
Em depoimento prestado nesta terça-feira (6) no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o supervisor de segurança do Salvador Shopping afirmou que não há policiais civis no quadro de funcionários da Prosegur, empresa que presta serviço de segurança para o estabelecimento. Ele foi ouvido sobre o caso do adolescente Tarsis Lima, morto na última sexta-feira em uma passarela próxima ao local. Familiares e amigos do jovem disseram que a autoria do crime estaria relacionada a trabalhadores do shopping que seriam policiais. O supervisor ainda disse que nenhum dos homens que trabalham no setor de segurança do empreendimento é compatível com o retrato falado divulgado na última segunda pelo DHPP. Doze pessoas já prestaram depoimento sobre o caso, entre testemunhas, funcionários do Salvador Shopping e familiares de Tarsis. O superintendente do shopping ainda não foi ouvido. Informações do Correio.
