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Oposição acusa governo de aparelhar Secult e cobra explicações do secretário

A bancada de oposição na Assembleia Legislativa promete continuar a cobrança sobre o governo para que seja esclarecido o fato de que quase metade dos 23 representantes territoriais de cultura da Bahia é filiada a partidos da base governista. Segundo o deputado Bruno Reis (PRP), este “é mais um indício de que há aparelhamento partidário do órgão”. O deputado informou que enviará um requerimento nos próximos dias para que o secretário de Cultura do Estado, Albino Rubim, seja convocado a dar explicações. “Essa história de que não houve privilégios a partidos da base aliada na seleção para cargos da Secult é difícil de crer. Se é assim, como se explica que na lista de [representantes territoriais] filiados não exista um só que pertença a partidos da oposição?”, questiona Reis. A bancada oposicionista acredita que o governo pode ter utilizado o Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) para contratar aliados políticos. Já a coordenadora dos representantes territoriais da Secult, Rita Clementina, disse que a secretaria desconhecia a existência da filiação partidária dos ocupantes dos cargos e afirmou que tal critério não foi levado em conta na seleção, ocorrida em 2008. Informações do Correio.

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