Investigações do DHPP vão priorizar os casos de extermínio
Diante do aumento dos índices de homicídios em Salvador, registrados depois que parte da Polícia Militar decretou greve, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prioriza as investigações de mortes que apresentam indícios de extermínio, como uma série de casos ocorridos, entre eles, a execução de cinco moradores de rua na Boca do Rio, durante a madrugada de sexta-feira (3), e outro na Praça da Piedade, por volta das 19 horas, onde uma mulher, também moradora de rua, foi baleada e morta quando amamentava a filha recém-nascida. Para atender a demanda, que chegou a registrar 49 homicídios entre as 22 horas de sexta-feira (3) e a meia-noite de domingo (5), em Salvador e Região Metropolitana (RMS), o DHPP ampliou de três para cinco o número de equipes do Serviço de Investigação em Local de Crime (SILC) em campo por turno. “Durante este período, optamos por aumentar o efetivo para impedir que os policiais ficassem vulneráveis e pudéssemos atender ao aumento da demanda com a mesma eficiência”, explicou o diretor do DHPP, delegado Arthur Gallas.
