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Transalvador diz que não há motivos para servidores cruzarem os braços

A Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) afirmou nesta quarta-feira (1º) que está “absolutamente” em dia com os pagamentos das operações especiais realizadas pelos agentes de fiscalização do órgão e que “não cabem as reivindicações da categoria sobre este assunto". Os trabalhadores paralisaram as atividades por 48 horas, a partir desta quarta, e só retornarão ao trabalho na próxima sexta (3). Nesta quinta (2), a capital baiana realiza uma das suas maiores e mais tradicionais festas religiosas e os soteropolitanos não contarão com o apoio dos servidores públicos para o ordenamento do fluxo de veículos na cidade. De acordo com a Associação dos Servidores em Transporte e Trânsito do Município (Astram) e o Sindicato dos Servidores em Trânsito e Transporte de Salvador e Região Metropolitana (Sindttrans), a decisão foi tomada para pressionar a prefeitura a pagar cinco anos de retroativos salariais, dois meses de salários atrasados para quem trabalhou em regimes de plantões especiais e ainda a negociação do plano de cargos e salários. Com a greve, só 30% do efetivo total do órgão está na ativa, número que é exigido por lei. “O superintendente da Transalvador, Alberto Gordilho, mantém um canal de diálogo permanente, de portas abertas, com as associações representativas dos funcionários, estranhando que tenham optado pelo caminho da greve. A Superintendência está estudando com o setor jurídico as medidas cabíveis para acionar aqueles que paralisaram suas atividades”, disse a autarquia, em nota enviada à imprensa.

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