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Nilo afirma que não será canal entre movimento e o governador Jaques Wagner

Por Rodrigo Lago

Foto: Rodrigo Lago
Apesar de ouvir as reivindicações da categoria, Nilo se recusou a ser canal entre o movimento e o governador Jaques Wagner.  "A posição dos policiais é perigosa e não tem apoio da sociedade. Vocês estão assumindo uma responsabilidade muito alta, pois estão lidando com vidas", disse. O deputado ressaltou que a Assembleia é a casa do povo e que estará sempre aberta para manifestações, no entanto, mostrou-se firme em não intervir na decisão do governador, já que o cumprimento da Lei 7.145/1997 (uma das reivindicações do movimento grevista) trata-se de assunto restrito ao executivo. "Nós, da assembleia, não podemos ser o canal entre o movimento e o governo do estado, porque quem apenas pode fazer valer a lei é o governador", disse. Segundo Nilo, a Assembleia só poderá colaborar com as negociações após o movimento obter um retorno do governador, que está nesse momento em Cuba acompanhando a comitiva da presidente Dilma. ‘Paralisação é uma responsabilidade de alto risco’, diz Marcelo Nilo.

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