Coluna A Tarde: Como na ilha de Cuba

Imaginem o que seria das múmias políticas, a exemplo de José Sarney e de outras figuras que habitam o espectro nacional se, de repente, num sopro mágico de loucura e assepsia pública, o País resolvesse determinar que só pudesse ficar em cargos políticos no máximo dez anos? Por incrível que possa parecer, essa é um decisão surpreendente do Partido Comunista de Cuba. O pecebão de lá entendeu de aprovar, com as bênçãos de Raúl Casto, que “cargos políticos fundamentais, inclusive o de presidente, terão mandato de cinco anos, renováveis por mais cinco.” E ponto final na carreira do bacana. A Ilha, vê-se, está mudando para não afundar de vez. Clique aqui para ler na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (31).
