Edvaldo Brito nega impedimentos legais para assinatura de convênio
Por Rodrigo Aguiar
Um dos gestores a assinar na tarde desta sexta-feira (20) o convênio para a implantação do sistema integrado de transporte intermunicipal – cujo metrô da Paralela é o principal vetor, o vice-prefeito Edvaldo Brito (PTB) negou a existência de irregularidades do ponto de vista legal para o acerto firmado entre prefeitura e Estado. Em entrevista coletiva, o petebista disse que esquadrinhou o documento do ponto de vista jurídico e garantiu a sua legalidade. “Sendo professor, estou satisfeito por cumprir a Constituição, mas também por firmarmos este convênio. Vossa Excelência está diante de um homem que não teme os atos que pratica”, declarou ao se dirigir ao governador e enquanto batia o punho na mesa. Mais tarde, ao ser questionado pelo Bahia Notícias sobre a possível necessidade de aval da Companhia de Transportes de Salvador (CTS) para que o convênio fosse selado, o prefeito interino afirmou mão haver nenhum problema. “Não tem nada, nada, nada. O que formalizamos hoje foi um ato normativo disciplinador das condutas”, resumiu. Perguntado sobre a contrapartida exigida inicialmente pelo secretário da Casa Civil da prefeitura, João Leão (PP), para o avanço das negociações entre as administrações estadual e municipal, Brito se limitou a dizer que os dois tinham “espíritos diferentes” e que o pepista devia ter uma interpretação diferente da sua. “Aí só você conversando com ele”, comentou.
