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Dissidente cubano preso morre em greve de fome

Ativistas cubanos informaram a morte do dissidente Wilmar Villar Mendoza, na quinta-feira (19), em função de problemas de saúde causados por 56 dias de greve de fome na prisão. Oposicionistas também denunciaram maus tratos do governo. Villar deixou de se alimentar depois que foi preso, julgado e sentenciado a quatro anos de prisão por crimes como desobediência, resistência e delitos contra o Estado, afirmou o dirigente do grupo Comissão Cubana pelos Direitos Humanos, Elizardo Sánchez. O ativista contou que o dissidente ficou vários dias em "estado crítico" em uma sala de cuidados intensivos do Hospital Clínico Cirúrgico de Santiago de Cuba. “Ele foi transferido ao hospital depois de cerca de 50 dias em greve de fome”, declarou. Sánchez responsabilizou o governo cubano diretamente pelo episódio. Villar é o segundo preso político que morre em greve de fome desde 2003, quando Orlando Zapata, de 42 anos, faleceu em um hospital de Havana. Informações do G1.

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