Mulher acusa hospital Albert Sabin de ser responsável por morte de filho
Uma mulher que estava grávida e perdeu o filho após um parto normal antecipado acusa a maternidade Albert Sabin de ter se enganado ao forçar a forma convencional, quando o indicado seria um parto à cesariana. Edneusa Santos Bandeira deu entrada no local no dia 6 de janeiro e disse que duas médicas já havia indicado a cirurgia. “Passei por duas médicas e elas me disseram que ia ser cesariana, já que o bebê estava muito gordinho.”, afirmou. O bebê estava com quatro quilos, um peso acima do convencional. “Quando eu fui para a sala de cirurgia, quando retiraram meu bebê, eu já sabia que ele estava morto porque eu não sentia mais ele. Eu cheguei ao ponto de perguntar se eles não iam colocar o bebê ao meu lado. Daí em diante eu não senti mais nada porque me deram uma anestesia geral e eu apaguei”, contou. A Secretaria de Saúde do Estado, responsável pelo hospital, disse que lamenta o ocorrido e que vai instaurar uma sindicância para descobrir o que aconteceu.
