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Ciretran: Sargento que matou dois colegas e tirou a própria vida sofria pressões

O sargento Amarildo Araújo de Novais, 47 anos, coordenador de habilitação da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Feira de Santana, sofria fortes pressões de funcionários do órgão, de acordo com uma reportagem do Correio deste sábado (31). Ele foi encontrado morto na manhã da última quarta-feira (28) ao lado de dois colegas de repartição (ver nota). Segundo o soldado Edianari de Almeida Santos, um dos diretores da Associação de Policiais e Bombeiros da segunda maior cidade baiana (Aspra), Novais reunia documentos para ingressar com uma ação no Ministério Público para provar que não tinha envolvimento em uma suposta corrupção que atingia o Ciretran. “Ele estava receoso de que, mesmo inocente, sua imagem e seu nome fossem maculados. O setor dele estava no centro das investigações e dos casos de corrupção”, apontou. Também haveria uma briga política pelo cargo de sargento, do qual ele tinha sido exonerado em junho, com um correligionário do PT que assumiu o posto. “O Tinga queria tomar o cargo dele e conseguiu por quase dois meses. Depois mexeram os pauzinhos e tudo voltou atrás”, relatou Edianari. Conforme a reportagem, a polícia estaria convicta de que o sargento matou os examinadores de provas do Ciretran, Luís Eugênio Teixeira dos Santos, 57, e Maria das Graças Costa Veiga, 58, e depois se matou. Uma força-tarefa investigava as denúncias de irregularidades, a exemplo de facilitação de exames de habilitação em testes de rua, há quase um mês.

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