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Silicone de empresa francesa não tinha aprovação

O advogado da empresa francesa que está no centro do escândalo de próteses mamárias disse nesta terça-feira (27) que a maioria das próteses vendidas pela companhia desde 1991 eram produzidas com silicone sem aprovação. O advogado Yves Haddad, que representa a Poly Implant Protheses (PIP), hoje desativada, afirmou que a empresa vendia dois tipos de próteses: aquelas conhecidas como "simples", produzidas com silicone sem o selo de aprovação, e um produto mais sofisticado utilizando um silicone aprovado, destinado a clientes mais ricos. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) há suspeitas de que o silicone possa causar “eventos adversos graves”, como câncer, nas mulheres portadoras da prótese, mas “essa relação causal não está estabelecida”.Cerca de 300 mil mulheres usam esse silicone no mundo, sendo 25 mil no Brasil. Com informações  Reuters.

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