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Imbassahy questiona baixa aplicação do Brasil Sem Miséria e diz ser ‘efeito da corrupção’

Por Evilásio Júnior

A divulgação da aplicação de apenas R$ 1 milhão do Plano Brasil Sem Miséria, 0,5% do montante previsto de R$ 205,6 milhões para 2011, conforme reportagem veiculada esta semana pelo jornal Estado de Minas, gerou a ira do deputado baiano Antonio Imbassahy (PSDB). A ação do governo federal, que seria dividida em cinco programas – apenas um foi executado –, é um dos carros-chefes da Presidência da República e promessa de campanha de Dilma Rousseff, enquanto candidata. A meta principal seria a sua contribuição para a erradicação da pobreza, mas, na avaliação do tucano, esbarrou na corrupção que atinge o Planalto. “Um projeto importante, mas, lamentavelmente, nada aconteceu. Esse desempenho pífio já é efeito da corrupção no governo, que além de desviar dinheiro público destinado a programas dessa natureza, paralisa os investimentos na infraestrutura e tumultua a administração pública”, acusou, em telefonema ao Bahia Notícias. De todo o volume estimado para o Brasil Sem Miséria, de acordo com a Controladoria-Geral da União (CGU), somente os créditos destinados ao programa Bolsa Verde, do Ministério do Meio Ambiente, que destina R$ 300 trimestralmente a famílias em situação de extrema pobreza que vivem em unidades de conservação, saíram do papel.

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