Comissão da Verdade não é revanchismo, diz presidente
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (18), durante visita a Salvador, que a lei de acesso a informações públicas e a criação da Comissão da Verdade não representam um revanchismo, mas também não permitem “o silêncio comprometedor da cumplicidade”. “Somos um país que precisa conhecer a sua história”, disse a presidente, que foi presa e torturada no período de ditadura militar. Segundo ela, a sanção das duas leis representa um “passo importantíssimo na democracia brasileira”. A lei de acesso a informações públicas determina que nenhum documento poderá ter acesso restrito por mais de 50 anos. A Comissão da Verdade investigará as violações aos direitos humanos ocorridos entre 1946 e 1988. Informações do jornal Folha de São Paulo.
