“TIRO NO PÉ”

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) deu um “tiro no pé” ao liderar a campanha contra a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ameaçado de ficar sem o tributo e com um rombo de R$ 40 bilhões em suas contas no ano que vem, o governo federal decidiu não anunciar a nova política industrial, que traria cortes significativos de impostos.
