A Tarde: O passado que passou? É o amor...
A crise ministerial que ocupou o espaço político-policial do governo Dilma Rousseff praticamente desde o início acontece com a repetição de fatos semelhantes que se desenvolvem também de forma semelhante em fases de um processo que guarda uma estranha identidade. Observem as etapas do que acontece:1ª- Denúncia; 2ª- O denunciado esperneia, fala em denuncismo, nega tudo por todos os santos, imputa o vazamento dos fatos à armação de adversários, excomunga a imprensa; 3ª- A presidente Dilma e o Palácio do Planalto entram em cena esperando explicações convincentes do ministro; 4ª- A presidente e o Planalto aguardam e dizem que não há sinais de corrupção evidente e que o ministro está “prestigiado”. Clique aqui e leia a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta quinta-feira (10).
