Kertész fala sobre candidatura, admite débito na prefeitura e contribuição para reeleição de JH
O radialista Mário de Melo Kertész, em entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, falou de assuntos polêmicos referentes, sobretudo, à sua atuação política, além da pré-candidatura em 2012. Prefeito de Salvador em duas oportunidades – a primeira bionicamente, de 1979 a 1981, e a segunda eleito democraticamente pelo PMDB, em 1986 a 1989 –, o comunicador admitiu ter deixado dívidas no Palácio Thomé de Souza. Ele salienta, entretanto, que o déficit – estimado em um estudo da Universidade Federal da Bahia de 1996, à época, em mais de R$ 400 milhões – não interfere na administração municipal. “Eu deixei a prefeitura há 23 anos, rapaz. Herdei dívida até de Thomé de Souza. Brincadeira, mas herdei de Manoel Castro, de Jorge Hagge, de Edvaldo Brito, e nunca saí abrindo minha boca para dizer ‘a dívida está me sufocando eu não posso fazer nada’”, justificou. Ele confessou ainda ter dado “uma mãozinha” na reeleição de João Henrique, em 2008, brigas com o jornal A Tarde, inclusive física com o jornalista Fernando Conceição, e negou ter usado verbas da prefeitura para comprar o Grupo Metrópole. “Desde que saí da prefeitura já me chamaram de ladrão, viado, corno, cheirador de cocaína. Eu sou isso tudo e muito mais outras coisas que vocês não conhecem”, alertou. Clique aqui e confira a entrevista na íntegra.
