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Esporte: Aldo nega preferência ao PCdoB e busca nomes do mercado para a pasta

O novo ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), sinalizou nesta sexta-feira (28) que pretende cumprir a missão que lhe foi dada pela presidente Dilma Rousseff (PT) de promover uma "faxina" no Ministério do Esporte. O chefe da pasta quer convidar "gente do mercado" para postos-chave na estrutura do Ministério. São cinco os cargos considerados de primeira linha: secretaria executiva, chefia de gabinete e três secretarias – a de Esporte Educacional, a de Desenvolvimento de Esporte e Lazer e a de Alto Rendimento. Uma das dificuldades apontadas pelo comunista para cooptar quadros na iniciativa privada é o salário oferecido pelo governo federal. "Para você trazer uma pessoa, precisa olhar o salário que ela vai ganhar. É natural que eu encontre (dificuldades em trazer pessoas para o Ministério). Você quer trazer alguém e o cara ganha não sei quanto no setor privado", disse em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo. Ao mesmo tempo que procura quadros na iniciativa privada, Rebelo também não descarta a manutenção do PCdoB. "Minha ideia é contar com pessoas que são do PCdoB e pessoas que não são", afirmou. "O critério é a competência, a responsabilidade, a capacidade executiva. Meu principal critério não vai ser ou não ser do PCdoB", garantiu. 

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