DNPM: Novo superintendente diz não ser peemedebista
Por Rafael Rodrigues
Recém-nomeado superintendente do Departamento Nacional de Política Mineral (DNPM) por indicação do PMDB (ver nota), Danilo Correia assegura não ter qualquer ligação com o partido que o ajudou a ocupar o cargo. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele refutou as críticas à sua nomeação advinda de petistas (o partido queria manter o controle no órgão, que ficou por oito anos nas mãos de Teobaldo Rodrigues, indicado pelo senador Walter Pinheiro), que reclamavam de um possível conflito de interesses pelo fato de seu filho, Daniel Behrens, ser sócio de uma empresa ligada ao setor. “Daniel não está mais vinculado à empresa, não é mais sócio, desde que comecei a me entrosar (pela disputa do cargo), justamente para evitar este tipo de especulação”, afirmou. Correia destaca que é funcionário público do DNPM há 30 anos, e há oito ocupa a chefia da divisão de fiscalização. Ele explica como o deputado federal baiano Arthur Maia (PMDB) decidiu intervir em favor de seu nome. “Não tenho nenhum vinculo com partido político. Li nos jornais que o pessoal do PMDB estava interessado em ficar com a superintendência, então procurei eles para conversar e, através do meu currículo, ele (Maia) disse que tinha o perfil para assumir isto aqui”, justificou.
