Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Coluna A Tarde: Privilégios nas sucessões

O PT baiano pretende – e defende com veemência que o candidato à sucessão de Wagner saia da legenda, de modo que o partido possa cumprir uma meta-desejo que se traduz na  permanência no poder por 16 anos (quatro eleições seqüenciadas). Talvez um pouco mais. O partido quer estar no poder nas comemorações de 200 anos da guerra da independência travada na Bahia, o que vale dizer, em 2023, o que significará 20 anos no comando no Estado. Naturalmente, é um projeto ambicioso. Em termos de continuidade, o carlismo permaneceu 16 anos, quando se registrou a fadiga, a derrota e, logo em sequência, a dispersão do grupo que transformou o DEM (à época PFL) num partido agônico que tenta recuperar o que perdeu a partir de 2007. Falam-se em diversos nomes petistas como possíveis candidatos para suceder Wagner, mas não vou citar aqui nenhum deles, porque o que menos interessa são os nomes e, sim, a ambição do partido. Clique aqui e leia a coluna completa de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (4).

Compartilhar