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Suspeito de assassinato estava entre candidatos a ministro

A tarefa da presidente Dilma Rousseff de escolher um substituto para Pedro Novais no Ministério do Turismo foi mesmo árdua. Entre os 80 parlamentares do PMDB que poderiam ser indicados ao cargo estava o deputado Manoel Júnior (PB), o favorito do líder Henrique Eduardo Alves (RN), padrinho político do ministro demitido. Manoel Júnior não chegou lá, no entanto, porque seu nome está envolvido em uma acusação de assassinato. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, a presidente optou por Gastão Vieira, preferido do presidente do Senado, José Sarney, por saber que não encontraria, dentro de um conjunto tão restrito, candidatos com ficha política razoavelmente limpa, que tivessem aceitação interna suficiente para evitar contestações pela própria bancada peemedebista, além de familiaridade mínima com a área de atuação da pasta.

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