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Síria: 2,6 mil morreram em manifestações

A primavera árabe durou todo o verão e promete invadir o outono este ano. A onda de movimentos sociais para derrubar regimes totalitários que derrubou Hosni Mubarak no Egito e Muammar Kadafi na Líbia agora ganha corpo na Síria, contra o ditador Bashar Assad. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), ao menos 2,6 mil pessoas morreram desde o início da repressão das manifestações contra o regime em meados de março. "A respeito da Síria, segundo fontes confiáveis presentes no local, o número de mortos desde o início da violência em meados de março alcançou pelo menos 2,6 mil", disse a Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay. A comissária criticou na ocasião o uso de força excessiva e de artilharia pesada contra os manifestantes. Em relatório divulgado no mês passado pela ONU, foi estabelecida uma lista de atrocidades cometidas pelas forças de segurança sírias que podem ser consideradas "crimes contra a humanidade".

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