Secretário salienta que defende mesmo empresas
Criticado por ter se posicionado em favor do empresário baiano Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti, preso na Operação Alquimia, da Polícia Federal, por suposto envolvimento em esquema de sonegação que causou prejuízos ao erário de R$ 1 bilhão, o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, reafirmou que seu papel no cargo que ocupa é mesmo o de defender o empresariado baiano. “Enquanto estiver sentado na cadeira da Indústria, Comércio e Mineração vou defender os interesses das empresas baianas. Fiz assim com as empresas de construção civil, com a Q-Boa, com a Azaléia, com a Peroxy e, agora, com a Sasil, que fatura R$ 500 milhões/ano, gera 600 empregos diretos e é estratégica para um importante setor da nossa economia que é a petroquímica, onde o jogo nesta área é muito bruto”, disse Correia, em nota enviada ao Bahia Notícias. Cavalcanti, proprietário da Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos Ltda., se entregou à PF cinco dias após expedido seu mandado de prisão, porque estava na Espanha, na companhia de Correia. O secretário voltou três dias antes, e criticou a operação da PF, a qual chamou de “pirotecnia”.
