“Prevenção não dá voto”, lamenta professor ao alertar sobre Super El Niño
Por Francis Juliano
Os efeitos do El Niño já podem ser compreendidos também como um fenômeno político. A posição é do professor do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Paulo Zangalli.
Na entrevista ao Bahia Notícias, ele relaciona os efeitos do fenômeno climático à histórica ocorrência de secas no semiárido brasileiro e discute a forma como desastres ambientais são tratados pelo poder público.
Para Zangalli, medidas preventivas tendem a receber menos atenção política do que ações realizadas após a ocorrência de tragédias.
A conversa ainda aborda os efeitos da expansão do agronegócio sobre os recursos hídricos, o negacionismo climático e as providências que as cidades baianas precisam tomar antes da chegada do temido Super El Niño. Clique aqui e leia a entrevista na Coluna Municípios.