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Os efeitos do El Niño já podem ser compreendidos também como um fenômeno político. A posição é do professor do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Paulo Zangalli.
Na entrevista ao Bahia Notícias, ele relaciona os efeitos do fenômeno climático à histórica ocorrência de secas no semiárido brasileiro e discute a forma como desastres ambientais são tratados pelo poder público.
Para Zangalli, medidas preventivas tendem a receber menos atenção política do que ações realizadas após a ocorrência de tragédias.
A conversa ainda aborda os efeitos da expansão do agronegócio sobre os recursos hídricos, o negacionismo climático e as providências que as cidades baianas precisam tomar antes da chegada do temido Super El Niño. Clique aqui e leia a entrevista na Coluna Municípios.
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Flávio Bolsonaro
"Eu conversei com ele [Jair], tá bem humorado, tá satisfeito com o trabalho que vem sendo feito, tá esperançoso que o Brasil vai mudar. É óbvio que ele dá algumas dicas aqui, mas não vou ficar externando, porque pode ser interpretado de forma maldosa e ser revertido contra ele".
Disse o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) ao afirmar que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está "satisfeito" com o resultado do primeiro turno das eleições 2026. Na ocasião, o primogênito do ex-chefe do Executivo terminou a disputa com 47,03% dos votos, enquanto o atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), alcançou 46,16%.