Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Municípios

Notícia

Professores de Dias d’Ávila paralisam atividades por reajuste e plano de carreira; prefeitura pede prazo

Por Redação

Foto: Reprodução / Mais Região

Professores da rede municipal de Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), completam nesta sexta-feira (10) a paralisação de dois dias. O ato se deve a não resposta sobre o plano de carreira e o reajuste salarial de 5,4%.

 

Segundo o Mais Região, parceiro do Bahia Notícias, a decisão de paralisar as atividades foi tomada em assembleia realizada na última quarta-feira (8). Já a prefeitura de Dias d’Ávila pediu prazo de até 30 dias para avaliar a cobrança e apontou impedimentos legais para a concessão imediata do reajuste.

 

A mobilização foi definida após reunião entre a comissão técnica dos professores e representantes da gestão municipal, na qual não houve respostas consideradas centrais pela categoria.

 

De acordo com os docentes, a falta de posicionamento envolve dois pontos, o plano de carreira, cuja discussão se arrastaria há mais de dois anos, e o reajuste salarial reivindicado. Durante a assembleia, representantes sindicais explicaram que a paralisação já havia sido previamente definida caso não houvesse retorno da administração.

 

A categoria também deliberou pela realização de uma nova assembleia entre segunda-feira (13) e terça-feira (14), quando serão avaliados os próximos passos do movimento.

 

Em nota, a prefeitura de Dias d’Ávila informou que apresentou a necessidade de prazo técnico de até 30 dias para concluir os estudos sobre o plano de carreira, com base em análises financeiras e jurídicas.

 

Sobre o reajuste de 5,4%, o município afirmou que a medida depende de definição em âmbito federal. A gestão também declarou que não houve recusa ao diálogo e que a paralisação foi adotada de forma unilateral pela categoria.