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Responsável por prisão de ex-presidente do TJ-BA, Og Fernandes evita fama de heroí

Foto: Sérgio Amaral/STJ

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e corregedor-geral  Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Og Fernandes, não quer ser visto como herói. Ele é o responsável pelo afastamento de seis integrantes do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na Operação Faroeste (veja mais aqui), que investiga um esquema de venda de sentenças e tráfico de influência.

 

Ele foi o responsável pela prisão de um juiz e da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (leia aqui).

 

Og diz que como juiz, só decide de acordo com as informações oferecidas pelo Ministério Público Federal. “O Brasil não precisa de heróis. Precisa de juízes. Precisa de homens que cumpram o seu dever”, disse o ministro em entrevista ao Estadão.

 

Fontes ouvidas pelo veiculo sugerem que Og Fernandes seguirá uma postura mais “linha dura” no inquérito no TJ-BA. A reportagem ainda faz uma definição do perfil do ministro, apontado como moderado. O texto ainda afirma que o magistrado é visto entre os pares como “sereno, discreto, de espírito leve, sem ser formal”.

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