Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias

Notícia

Único vivo em 3 competições, Palmeiras faz pacto para passar por maratona

Por Thiago Ferri | Folhapress

Foto: Divulgação / Palmeiras

O Palmeiras é a única equipe brasileira que ainda está na briga pelos títulos da Libertadores, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro. Sem definir uma prioridade, o grupo comprou o discurso do técnico Abel Ferreira e fez um pacto de união para aguentar a maratona de jogos na reta final da temporada.

"A gente depende um do outro. São dois meses para conseguir as nossas vitórias e os títulos. Foco aqui, foco no Palmeiras. Aqui tem que ser mais importante do que qualquer coisa lá fora. Porque a gente vai conseguir realizar nossos sonhos. Juntos", disse Marcos Rocha no vestiário do Allianz Parque, no fim de semana, antes da vitória sobre o Bahia.

Mesmo que o Palmeiras tenha poupado os atletas mais cansados especialmente no Brasileiro, o discurso é de ainda brigar pela competição —no momento, o time está na quarta colocação, a 12 pontos do líder São Paulo, mas com duas partidas a menos: uma delas será disputada neste sábado (19), às 21h, contra o Internacional.

Tanto na Copa do Brasil quanto na Libertadores, o Palmeiras está na semifinal. Pelo mata-mata nacional, o clube encara o América-MG na próxima quarta-feira (23), em São Paulo. Já a disputa do torneio continental só será retomada em janeiro de 2021, contra o River Plate (ARG).

A Libertadores, aliás, impõe um conflito importante na tabela dos palmeirenses: os jogos da semifinal e o clássico com o Corinthians pelo Brasileiro estão previstos, por enquanto, para ocorrer com 24 horas de distância —5 e 6 de janeiro, respectivamente.

Os jogadores se mostram dispostos a resistir ao máximo neste calendário e brigar até o fim nos três campeonatos. Entre eles, o discurso está acertado: luta até o fim, independentemente do desgaste. Quem precisar entrar está capacitado a manter a boa fase da equipe.

"Temos um elenco muito bom, estamos em três competições. Sabemos o que queremos: é manter a cabeça boa, se recuperar no tempo que tem, sempre focado, pensando 100% em dar o melhor. Quem não conseguir [jogar] os 90 minutos, tem mais cinco substituições. O professor fala: todos são titulares", afirmou Rony.

O elenco alviverde ainda diz acreditar que método de trabalho da comissão técnica portuguesa, também, influi nesta luta por todas as competições possíveis, já que todos estão treinados para fazer os mesmos movimentos.

"O fato de treinar todo mundo da mesma maneira, titular e reserva, ficam todos preparados e cientes. O foco da comissão técnica é dar moral e confiança a quem está disponível. Ele foca no que é possível para nós, e tem dado certo, ajudado a equipe a crescer", revelou Gustavo Scarpa.

Compartilhar