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Coluna

Desafio Ambiental: Ypê fortalece a sustentabilidade e compromissos com a economia verde

Por Lenilde Pacheco

Fotos: Divulgação

Os impactos da crise climática na captação de recursos hídricos estão visíveis e são determinantes para repensar os processos produtivos que consomem água, a fim de minimizar os impactos ambientais.

 

Num contexto mais amplo, é possível observar também que o setor empresarial desempenha papel relevante na exploração desenfreada dos recursos naturais desde a Revolução Industrial, iniciada no século XVIII. 

 


(Foto: Freepik)

 

“Por isso, a iniciativa privada tem obrigação de se posicionar como protagonista na promoção da sustentabilidade”, afirma o professor Ricardo Ribeiro Alves, administrador, mestre e doutor em Ciência Florestal, autor do livro ESG: O Presente e o Futuro das Empresas (Editora Vozes).

 

O especialista considera que o cenário calamitoso de mudanças climáticas ainda pode ser revertido, ou pelo menos minimizado, quando as empresas  se comprometem com práticas efetivas de ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança). 

 

Os pilares do conceito de ESG ganharam destaque na agenda empresarial, tornando-se  indispensáveis para a prosperidade dos negócios que visam o crescimento saudável: “A busca pelas melhores práticas tradicionalmente associadas à sustentabilidade é hoje parte essencial da estratégia financeira das empresas”, assinala Ribeiro Alves.

 


Ribeiro Alves

 

É neste sentido que as ações de sustentabilidade vêm sendo aprimoradas pela Ypê, empresa 100% brasileira e líder em segmentos de higiene e limpeza do país. Os resultados deste trabalho estão reunidos no Relatório de Impacto 2022. Pelo segundo ano consecutivo, a publicação apresenta as principais conquistas alcançadas com sua agenda ambiental, social e de governança corporativa.

 

Com sete unidades distribuídas pelo país (Salto e Amparo, em São Paulo; Simões Filho, na Bahia; Itajubá, em Minas Gerais; Itapissuma, em Pernambuco; Goiânia e Anápolis, em Goiás), a companhia aprimorou cuidados socioambientais, racionalizou o uso da água, adotou materiais sustentáveis, promoveu a integração da cadeia de valor e a redução do consumo de combustíveis fósseis. Também atuou na recuperação de rios e no plantio de árvores da Mata Atlântica.

 

O Relatório de Impacto traz os resultados, como o que foi obtido pela unidade de Salto, ao conquistar o marco de Aterro Zero, ou seja, o descarte de 100% dos resíduos não recicláveis gerados é realizado de forma controlada. Com isso, apenas em 2022, a unidade fortaleceu a economia circular e deixou de enviar mais de 98 toneladas de resíduos não recicláveis a aterros sanitários. 

 

 

Outras unidades da Ypê também conquistaram avanços em relação a essa temática. Em Simões Filho houve redução de 43% na geração de resíduos para coprocessamento ou incineração e de 22% na quantidade de resíduos enviados a aterros sanitários.

 

A Ypê tem um histórico de uso racional da água. Desde 1977, quando foram construídas as duas primeiras unidades produtivas em Amparo, existe um sistema de captação da água da chuva que foi ampliado ao longo do tempo. Hoje, as unidades de Anápolis e Simões Filho também contam com telhados projetados para a captação dessa água e tanques para armazenamento. Com isso, em 2022 foi possível economizar 20.140,71 m3 de água proveniente de concessionárias e poços.

 

Fora das unidades industriais, a companhia desenvolve iniciativas como o Projeto Florestas Ypê com o objetivo de restaurar nascentes e matas ciliares, o que ajuda a fortalecer a biodiversidade, controlar o clima e preservar os recursos hídricos da Mata Atlântica. Mudas de árvores nativas são plantadas em margens de rios e mananciais. A parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, iniciada em 2007, promoveu o plantio de 1.102.150 mudas, em 20 municípios de São Paulo.

 

O presidente-executivo da Ypê, Waldir Beira Junior comemora: “Os dados demonstram o valor gerado pela empresa a todos os nossos stakeholders e ao Brasil, reforçando o compromisso de investir no País. Isso estende-se ao cuidado com o meio ambiente, com as pessoas e com a ética e transparência nos negócios”.

 


Waldir Beira Junior

 

Num mercado em que as  empresas funcionam cada vez mais associadas a uma cadeia que realiza o trabalho em conjunto para chegar a resultados positivos, tornaram-se indispensáveis as medidas sustentáveis em toda a cadeia de suprimentos. Não apenas para garantir o futuro. Mas para cuidar do presente com a preservação dos recursos naturais, da fauna e da flora. São práticas que minimizam riscos e melhor atendem ao público estratégico.