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Artigos

Jealva Ávila
Mapas visíveis e invisíveis
Foto: João Ferreira/ Divulgação

Mapas visíveis e invisíveis

Há lugares que inspiram livros. E há livros que nos levam para dentro de lugares. Muitas vezes uma paisagem atravessa a gente sem pedir licença. O vento de uma estrada, o silêncio de uma vila, a luz dourada do fim da tarde, o barulho do mar, uma conversa escutada quase por acaso. E, sem perceber, começamos a carregar aquele lugar dentro de nós.

Multimídia

Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria

 Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Em entrevista ao Projeto Prisma, com Fernando Duarte, o secretário de Relações Institucionais de Salvador e deputado federal licenciado, Alex Santana (Republicanos), afirmou que a decisão de não disputar a reeleição em 2026 foi motivada exclusivamente por razões pessoais.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

ype

Anvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve suspensa a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos da Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15) se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos. 

 

Segundo a Anvisa, a ação foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026. As informações são da Agência Brasil. 

 

  • Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido - antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.

 

ANÁLISES 
De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.

 

Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.

 

MONITORAMENTO
A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.

 

A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.

 

O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.

 

Segundo a Anvisa, ainda que os produtos atingidos que já tenham sido distribuídos e estejam disponíveis no mercado devem seguir as tratativas acordadas com a empresa quanto à manutenção de ações de monitoramento sanitário.

Anvisa libera fábrica da Ypê lotes fabricados a partir de 1º de abril
Foto: Reprodução / Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta sexta-feira (29), a retomada da produção na fábrica da Ypê, em Amparo, no interior de São Paulo, após concluir que a empresa corrigiu os erros apontados pela agência em visita ao estabelecimento no final de abril. A liberação ocorreu após a revisita feita por agentes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, o Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e a Vigilância Sanitária de Amparo.

 

Segundo a Anvisa, a empresa apresentou um plano que atendesse às 76 exigências sanitárias apontadas durante a primeira inspeção. Entre as medidas cobradas estavam melhorias nos processos de fabricação, rastreamento dos produtos, controle de qualidade e monitoramento de possíveis riscos sanitários.

 

Segundo o presidente da agência, Leandro Safatle, a fábrica estaria em condições de retomar o funcionamento imediato.  "Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”. A agência informou ainda que continuará acompanhando as ações corretivas implementadas pela empresa.

 

Segundo a decisão à qual a Agência Brasil teve acesso, os produtos da Ypê fabricados a partir de 1º de abril de 2026 poderão retornar a circular no mercado normalmente. A liberação vale para itens como lava-roupas líquidos, detergentes lava-louças líquidos e desinfetantes produzidos após essa data. Apesar disso, alguns produtos, como os detergentes, sabonetes líquidos para roupas e desinfetantes com lotes terminados em "1", continuam vetados pela Anvisa.

 

CASO YPÊ

A crise político-sanitária começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê que constavam falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo. A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.

 

 

O caso ganhou ainda mais atenção quando foi interpretado como conflito de interesses políticos por uma série de figuras públicas associadas ao bolsonarismo Nomes como o do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também filiada ao PL, e do empresário Luciano Hang, presidente da empresa Havan, chegaram a publicar vídeos em suas redes sociais apoiando a empresa contra a suposta perseguição do governo federal à Ypê.

 

 

Segundo a oposição, a suspensão se deu em razão do apoio dos gestores da empresa à campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro à presidência da República, em 2022. Na ocasião, os valores doados chegaram a R$ 1,5 milhão, o terceiro maior valor doado ao candidato naquele ano, sendo apenas superado pelos R$ 3 milhões do pastor Fabiano Zettel e os R$ 1,8 milhão doados pelo empresário José Salim Mattar Junior.

 

 

Mesmo com a liberação da fábrica, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para verificar se todas as medidas exigidas serão mantidas de forma permanente. A agência também destacou que os produtos ainda suspensos só poderão voltar ao mercado após apresentação de novos testes laboratoriais autorizados pelo órgão.

 

 

Mesmo com a liberação da fábrica, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para verificar se todas as medidas exigidas serão mantidas de forma permanente. A agência também destacou que os produtos ainda suspensos só poderão voltar ao mercado após apresentação de novos testes laboratoriais autorizados pelo órgão.

Ypê abre pedido de reembolso após suspensão de lotes pela Anvisa
Divulgação/Ypê

A fabricante Ypê passou a disponibilizar um formulário online para consumidores pedirem reembolso de produtos suspensos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida foi anunciada após o órgão manter, nesta sexta-feira (15), a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição dos itens afetados.

 

O pedido de ressarcimento deve ser feito por meio do site oficial da empresa. No formulário, os consumidores precisam informar dados pessoais e detalhes dos produtos adquiridos. Entre as informações exigidas estão nome completo, CPF, telefone, e-mail, endereço, chave Pix e identificação dos produtos e lotes. A empresa também solicita o envio de nota fiscal ou cupom de compra, além de fotos da embalagem com a data de fabricação visível.

 

Segundo a Ypê, o preenchimento completo dos dados pode acelerar a análise do reembolso. Cada solicitação permite incluir até 20 produtos. A suspensão determinada pela Anvisa atinge os produtos de lotes cujo número final seja “1”. A identificação pode ser feita no código de seis dígitos impresso na embalagem, normalmente localizado abaixo do rótulo ou próximo às informações de fabricação e validade.

Anvisa confirma denuncia da Univeler contra Ypê antes da suspensão
Foto: Agência Brasil

A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou que recebeu denúncias da Unilever contra a Química Amparo, responsável pela produção da marca Ypê. As reclamações aconteceram meses antes da suspensão da fabricação e comercialização de produtos líquidos. 

 

As representações foram apresentadas pela Unilever em outubro de 2025 e março de 2026 por meio do canal de ouvidoria Fala BR. Em nota, o órgão regulador afirmou que as denúncias levaram a uma série de investigações.


“A legislação e a regulamentação administrativa que regem o funcionamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) preveem que denúncias de terceiros — empresas, entidades da sociedade civil, especialistas e população em geral — desencadeiem procedimentos de análise e apuração”, informou a Anvisa


Antes das denúncias, já havia uma fiscalização prevista para abril de 2026, que seria realizada pelo Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e pela Vigilância Sanitária municipal de Amparo (SP).

 

De acordo com informações do g1, a Unilever afirmou que costuma realizar testes técnicos em seus em produtos da concorrência. “A depender dos resultados destes testes, em respeito ao consumidor, as autoridades competentes são notificadas”, disse a empresa em nota.

Deputado do PT aciona PGR por postagens de Nikolas, Michelle, Cleitinho e o Véio da Havan sobre a marca Ypê
Foto: Reprodução Redes Sociais

Em representação protocolada na Procuradoria-Geral da República, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) pediu a abertura de investigação criminal contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador Cleitinho (Republicanos-MG), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o empresário Luciano Hang, por publicações envolvendo os produtos da marca Ypê e desmerecendo os alertas sanitários emitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

“Vimos isso acontecer na época da pandemia e vemos agora com essa história do lote contaminado dos produtos Ypê. Parece brincadeira, mas é coisa séria! Eles se aproveitam de situações como essa para polarizar a população e criar cortina de fumaça. O debate político passa a girar em torno da compra de detergente, em vez de pautas realmente importantes, como o fim da escala 6x1 e os desdobramentos do escândalo de corrupção do Banco Master”, disse o deputado petista.

 

Em sua representação, Rogério Correia afirma que os quatro citados podem ter cometido crimes de perigo para a vida ou saúde de outrem. Além disso, o deputado acusa Nikolas, Cleitinho, Michelle e o “Véio da Havan” de incitação ao crime e infração de medida sanitária preventiva, por terem estimulado o uso e a compra de produtos atingidos por medidas sanitárias da Anvisa.

 

“O problema é que, para isso, eles colocam vidas em risco. Espalham desinformação e incentivam situações absurdas e perigosas, como essas que temos visto de pessoas tomando banho ou até escovando os dentes com detergente”, diz o parlamentar.

 

Segundo o documento, os envolvidos utilizaram redes sociais para desacreditar a atuação da agência sanitária, sugerir perseguição política contra a empresa e incentivar consumidores a continuarem utilizando os produtos mesmo após o alerta técnico.

 

“A campanha política dos representados caminhou em sentido oposto: transformou a cautela em fraqueza, a fiscalização em perseguição e o consumo do produto em prova de identidade política”, afirma a representação.

 

A peça apresentada à PGR afirma que a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, comercialização e distribuição de lotes de lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes da Ypê após identificar falhas graves no processo produtivo.
 

Padilha rebate politização sobre suspensão de produtos da Ypê: "irresponsáveis"
Carolina Antunes/MS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou nesta segunda-feira (11) a disseminação de conteúdos nas redes sociais que associam a suspensão de produtos da marca Ypê a motivações políticas. Segundo o gestor, a medida adotada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorreu após avaliações técnicas que identificaram falhas no controle de qualidade e risco de contaminação microbiológica em lotes produzidos pela Química Amapo.

 

“Tivemos no fim de semana uma enxurrada de vídeos irresponsáveis que desinformam a população, que tentam transformar algo técnico, a preocupação com a saúde das pessoas, em disputa política porque essa empresa financiou campanhas do ex-presidente da República e do seu time”, declarou durante coletiva de imprensa.

 

ASSISTA:

 

A suspensão atingiu lotes de detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes com numeração final 1. De acordo com a Anvisa, as análises apontaram risco sanitário após inspeções realizadas em conjunto com órgãos de vigilância sanitária de São Paulo e do município de Amparo.

 

A repercussão nas redes ganhou força após apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro sugerirem que a decisão teria relação com doações feitas pelos proprietários da empresa à campanha eleitoral de 2022. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também publicou uma imagem de um detergente da marca em apoio à empresa.

 

Campanha publicitária com “Mãozinha” da Família Adams é acusada de racismo em Salvador; entenda
Foto: Leitor BN

Nem só de Carnaval vive a Avenida Oceânica em Ondina. Nesta segunda-feira (5), uma peça publicitária localizada em um ponto de ônibus, próximo ao antigo Bahia Othon Palace, rendeu polêmica e acusações de racismo contra a marca de produtos de limpeza Ypê. O motivo: o uso de Mãozinha, da Família Adams, segurando o desengordurante da empresa.

 

Não é o fato de Mãozinha, um personagem de um filme de terror, estrelar a campanha publicitária que tem chamado a atenção. Por meio das redes sociais, a professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Bárbara Carine, publicou um vídeo com o título “A mão visível do racismo”, em que critica o uso de “uma mão negra segurando um produto de limpeza” e pede providências à prefeitura de Salvador e à Ypê.

 

“O lápis cor da pele não pode ser da nossa cor… mas a cor da pele da faxineira tem que ser a nossa né???”, legenda a professora. A fala da professora já teve mais de 30 mil curtidas e rendeu matérias na imprensa, a exemplo do Metro1, que repercutiu a acusação de racismo contra a peça publicitária.

 

 

Em meio aos debates, a imagem foi removida e o Bahia Notícias procurou a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) para entender as razões da remoção já que, a escultura estava sobre o piso tátil, usado para facilitar o deslocamento de pessoas com problemas de visão. No entanto, a resposta da pasta foi no sentido de evitar a reprodução de conteúdos racistas.

 

“A Prefeitura de Salvador informa que a peça publicitária já foi removida pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur). A gestão municipal repudia todo e qualquer ato que reproduza estereótipos racistas e ressalta que trabalha sempre pelo combate à discriminação e pela construção de políticas públicas voltadas para a igualdade racial”, informou a Sedur.

 

Foto: Leitor BN

 

A Ypê, que também lançou uma campanha publicitária em emissoras de TV e nas redes sociais com o personagem da Família Adams, se manifestou sobre o episódio por meio de nota:

A peça Mãozinha, exposta em Salvador/BA, remete ao icônico personagem norte-americano Mãozinha, da “A Família Addams”, baseado no filme dos anos 90. O personagem protagoniza uma campanha lançada em outubro na qual o Mãozinha limpa a casa da “Família Addams”. A ativação itinerante faz parte da ação de comunicação que contemplava além da escultura do personagem, totem eletrônico com pôster da campanha e ambientação em abrigo de ônibus. A exposição também passou por São Paulo e Campinas e já foi encerrada.

 

 

Atualizada às 12h32 de 06/12/2023 para adicionar o posicionamento da empresa

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na véspera do São João, tem político brincando com fogo. O problema é que a chance de se queimar na fogueira é alta. No fim das contas, melhor deixar os apelidos por minha conta. Até porque o povo não tá tendo boas ideias nem pra plataforma de campanha. Enquanto isso, o Soberano agradece o livramento. Fez até o Cacique resgatar algo cada vez mais raro na política. E algo que faltou até ao Tente Outra Vez. Mas, no caso dele, talvez eu até entenda... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Luiz Inácio Lula da Silva

Luiz Inácio Lula da Silva
Foto: CanalGovBr

"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".

 

Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF).  O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.

Podcast

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda

Deputado Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (15). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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