Salvador e o estado de insegurança
A liberdade de locomoção é um dos direitos previstos na Constituição Federal que vem sendo negligenciado pelos gestores públicos. Sem segurança, não há como garantir o direito à liberdade.
Na Bahia, assim como em outros estados, o clima de insegurança afeta as relações sociais e altera a rotina dos moradores das cidades. Salvador é uma dessas cidades que padece sem ter quem a defenda.
Uma análise dos dados estatísticos divulgados pelas Secretaria de Segurança Pública dos estados de São Paulo e Bahia mostrou que a capital baiana registrou, no primeiro semestre de 2015, mais homicídios que a cidade mais populosa do Brasil: São Paulo.
Com 11.895.893 habitantes -mais que o triplo dos moradores de Salvador-, São Paulo registrou 530 homicídios dolosos, contra 646 homicídios catalogados na capital baiana, que possui população estimada em 2.902.927, segundo censo do IBGE/2014.
Os números preocupam porque evidenciam o grau de violência que Salvador e seus moradores enfrentam. Crianças, jovens, mulheres e idosos todos os dias entram para as estatísticas, sem que nenhuma medida energética seja implantada para efetivamente mudar essa triste realidade.
No início do ano, os profissionais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) deixaram de entregar encomendas em diversos bairros por causa da onda de violência.
Mais recentemente, ônibus deixaram de circular no bairro de Santa Cruz após suposto "toque de recolher". No entanto, situações semelhantes são cada vez mais comuns em Salvador, a exemplo do clima de tensão vivido pelos moradores de Marechal Rondon.
Itapuã, Paripe, Cajazeiras, Cabula, Pernambués, Luis Anselmo, Brotas, Stiep e Costa Azul são apenas alguns bairros em que o Estado precisa intervir de modo a garantir a segurança que os seus moradores tanto almejam e precisam.
Com um governo que se autodenomina "correria", mas pouco eficaz, o jeito é pedir ao nosso Pai celestial que nos proteja e nos livre de todo e qualquer mal, porque se depender de quem pode assegurar e instaurar a paz em nosso Estado, a situação pode estar longe de ter um fim.
Na Bahia, assim como em outros estados, o clima de insegurança afeta as relações sociais e altera a rotina dos moradores das cidades. Salvador é uma dessas cidades que padece sem ter quem a defenda.
Uma análise dos dados estatísticos divulgados pelas Secretaria de Segurança Pública dos estados de São Paulo e Bahia mostrou que a capital baiana registrou, no primeiro semestre de 2015, mais homicídios que a cidade mais populosa do Brasil: São Paulo.
Com 11.895.893 habitantes -mais que o triplo dos moradores de Salvador-, São Paulo registrou 530 homicídios dolosos, contra 646 homicídios catalogados na capital baiana, que possui população estimada em 2.902.927, segundo censo do IBGE/2014.
Os números preocupam porque evidenciam o grau de violência que Salvador e seus moradores enfrentam. Crianças, jovens, mulheres e idosos todos os dias entram para as estatísticas, sem que nenhuma medida energética seja implantada para efetivamente mudar essa triste realidade.
No início do ano, os profissionais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) deixaram de entregar encomendas em diversos bairros por causa da onda de violência.
Mais recentemente, ônibus deixaram de circular no bairro de Santa Cruz após suposto "toque de recolher". No entanto, situações semelhantes são cada vez mais comuns em Salvador, a exemplo do clima de tensão vivido pelos moradores de Marechal Rondon.
Itapuã, Paripe, Cajazeiras, Cabula, Pernambués, Luis Anselmo, Brotas, Stiep e Costa Azul são apenas alguns bairros em que o Estado precisa intervir de modo a garantir a segurança que os seus moradores tanto almejam e precisam.
Com um governo que se autodenomina "correria", mas pouco eficaz, o jeito é pedir ao nosso Pai celestial que nos proteja e nos livre de todo e qualquer mal, porque se depender de quem pode assegurar e instaurar a paz em nosso Estado, a situação pode estar longe de ter um fim.
* Sidelvan Nóbrega é deputado estadual do PRB e presidente do diretório municipal do partido
* Os artigos reproduzidos neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do Bahia Notícias
