Governo de espuma
Um governo que tem investido pouco em todas as áreas, inclusive as essenciais para o cidadão. Essa é a marca da gestão petista na Bahia, que podemos classificar como um governo de espuma. Os números oficiais demonstram isso. Os primeiros seis meses da administração Rui Costa demonstram inversão de prioridades e mau uso dos recursos públicos. Na área da segurança pública, por exemplo, o investimento foi de apenas R$9 milhões, o equivalente a 2,84% do previsto no orçamento de 2015. E já passamos da metade do ano.
Foram prometidas 38 unidades do Sistema de Segurança Pública com o valor de R$ 111 milhões, contemplando 32 municípios. No entanto, nenhuma foi entregue. As despesas realizadas pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), entre janeiro a junho deste ano, somaram o total de R$ 22,2 milhões, ou seja, apenas 9,27% do previsto. Enquanto isso, os hospitais públicos estão penando por mais verbas tanto na capital quanto no interior.
O governador Rui Costa, no dia 28 de janeiro, prometeu “nos próximos dias” inaugurar o novo HGE, ampliar o Prado Valadares, em Jequié, e o Hospital Geral de Vitória da Conquista, mas nada disso aconteceu. Reformas como no Hospital Luiz Viana Filho, em Ilhéus, e a entrega da UPA de Barreiras, também ficaram só na base dos anúncios. Em Ilhéus, a obra foi contratada em dezembro de 2013 no valor de R$ 6,5 milhões, com prazo de execução de 300 dias. Ainda não houve conclusão. Em Feira de Santana, nada foi feito na área de saúde. No HGE de Salvador, a obra foi iniciada em 2013, já completou dois anos e não terminou.
Para a educação, outra área essencial, foram destinados a quantia de 20,8 milhões, 10,62% do previsto para o ano inteiro. Ano passado, o governo contratou obras de construção, ampliação a reforma de diversas unidades escolares e estas intervenções até o momento não foram concluídas e os prazos dos contratos foram aditados e outros rescindidos.
O governo da continuidade repete os mesmos erros da gestão anterior. Até obras que seriam para a Copa do Mundo, que aconteceu em 2014, ainda não foram entregues. É o caso da construção do Centro Integrado de Gestão e Emergências e Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais. As duas foram obras contratadas em maio de 2013, com prazo de execução de um ano, avaliadas em R$ 71,8 milhões.
A crise na economia nacional não é desculpa para os baixos investimentos, principalmente naquelas áreas essenciais, como saúde, educação e segurança. Isso porque o governo segue gastando em outros setores que não são prioritários para a população. Além disso, os baixos investimentos em áreas onde há recursos assegurados, inclusive da União, contribuí para a geração de desemprego e desaquecimento da economia, aprofundando a crise.
Foram prometidas 38 unidades do Sistema de Segurança Pública com o valor de R$ 111 milhões, contemplando 32 municípios. No entanto, nenhuma foi entregue. As despesas realizadas pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), entre janeiro a junho deste ano, somaram o total de R$ 22,2 milhões, ou seja, apenas 9,27% do previsto. Enquanto isso, os hospitais públicos estão penando por mais verbas tanto na capital quanto no interior.
O governador Rui Costa, no dia 28 de janeiro, prometeu “nos próximos dias” inaugurar o novo HGE, ampliar o Prado Valadares, em Jequié, e o Hospital Geral de Vitória da Conquista, mas nada disso aconteceu. Reformas como no Hospital Luiz Viana Filho, em Ilhéus, e a entrega da UPA de Barreiras, também ficaram só na base dos anúncios. Em Ilhéus, a obra foi contratada em dezembro de 2013 no valor de R$ 6,5 milhões, com prazo de execução de 300 dias. Ainda não houve conclusão. Em Feira de Santana, nada foi feito na área de saúde. No HGE de Salvador, a obra foi iniciada em 2013, já completou dois anos e não terminou.
Para a educação, outra área essencial, foram destinados a quantia de 20,8 milhões, 10,62% do previsto para o ano inteiro. Ano passado, o governo contratou obras de construção, ampliação a reforma de diversas unidades escolares e estas intervenções até o momento não foram concluídas e os prazos dos contratos foram aditados e outros rescindidos.
O governo da continuidade repete os mesmos erros da gestão anterior. Até obras que seriam para a Copa do Mundo, que aconteceu em 2014, ainda não foram entregues. É o caso da construção do Centro Integrado de Gestão e Emergências e Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais. As duas foram obras contratadas em maio de 2013, com prazo de execução de um ano, avaliadas em R$ 71,8 milhões.
A crise na economia nacional não é desculpa para os baixos investimentos, principalmente naquelas áreas essenciais, como saúde, educação e segurança. Isso porque o governo segue gastando em outros setores que não são prioritários para a população. Além disso, os baixos investimentos em áreas onde há recursos assegurados, inclusive da União, contribuí para a geração de desemprego e desaquecimento da economia, aprofundando a crise.
* Pablo Barrozo é deputado estadual pelo DEM
* Os artigos reproduzidos neste espaço não representam, necessariamente, a opinião do Bahia Notícias
