Dois pesos e duas medidas
A Prefeitura de Salvador conta com valorosos 33 mil servidores. E estes profissionais estão sendo intimidados por uma minoria radical. São pessoas que tentam a todo custo impedir o acesso dos trabalhadores à Secretaria de Gestão e podem comprometer o fechamento da folha de pagamento. Além disso, tentaram impedir o acesso à Sucop, dificultando a Operação Tapa-Buraco, dentre outros inúmeros serviços municipais, prejudicando a população.
É notória a escassez de recursos púbicos da Prefeitura, pois mesmo sendo a teceria maior metrópole do país, o município tem a penúltima arrecadação per capita dentre as capitais. A dívida de curtíssimo prazo do município é de R$ 566 milhões.
Ao todo, a Prefeitura deve R$ 3 bilhões. Como extrapolar os limites de gastos? Onde está a fórmula mágica? Afinal, a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que os limites de gastos com folha de pessoal devem ser de, no máximo, 54 % do Orçamento.
A Prefeitura já chegou ao limite na oferta de reajuste salarial. A nova proposta é de um aumento de 6,59%, sendo 2% retroativos a maio e o restante a partir de novembro. O percentual está acima da inflação do período e é maior do que a proposta oferecida pelo governo baiano ao funcionalismo.
No Estado, com a data-base em janeiro, o governo teve cinco meses para fechar um acordo com os servidores, oferecendo 5,84% em duas vezes.
Há neste caso uma grande diferença que demonstra a intolerância deste pequeno grupo de radicais. Pois a data-base do funcionalismo municipal é maio. Observem que contraste com relação à postura diante das negociações com o Governo Estadual.
Em contrapartida a este movimento estritamente político, a Prefeitura estabeleceu uma mesa de negociações com o sindicato, atendendo 32 itens da pauta de reivindicações , como o plano de saúde e o Plano de Cargos e Vencimentos, que será efetivado no segundo semestre.
O momento é de união em prol de uma Salvador melhor para todos, como vem acontecendo nas esferas de governos Federal, Estadual e Municipal. Os servidores municipais têm consciência deste momento histórico e dai advém a baixa adesão a este movimento.
É notória a escassez de recursos púbicos da Prefeitura, pois mesmo sendo a teceria maior metrópole do país, o município tem a penúltima arrecadação per capita dentre as capitais. A dívida de curtíssimo prazo do município é de R$ 566 milhões.
Ao todo, a Prefeitura deve R$ 3 bilhões. Como extrapolar os limites de gastos? Onde está a fórmula mágica? Afinal, a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que os limites de gastos com folha de pessoal devem ser de, no máximo, 54 % do Orçamento.
A Prefeitura já chegou ao limite na oferta de reajuste salarial. A nova proposta é de um aumento de 6,59%, sendo 2% retroativos a maio e o restante a partir de novembro. O percentual está acima da inflação do período e é maior do que a proposta oferecida pelo governo baiano ao funcionalismo.
No Estado, com a data-base em janeiro, o governo teve cinco meses para fechar um acordo com os servidores, oferecendo 5,84% em duas vezes.
Há neste caso uma grande diferença que demonstra a intolerância deste pequeno grupo de radicais. Pois a data-base do funcionalismo municipal é maio. Observem que contraste com relação à postura diante das negociações com o Governo Estadual.
Em contrapartida a este movimento estritamente político, a Prefeitura estabeleceu uma mesa de negociações com o sindicato, atendendo 32 itens da pauta de reivindicações , como o plano de saúde e o Plano de Cargos e Vencimentos, que será efetivado no segundo semestre.
O momento é de união em prol de uma Salvador melhor para todos, como vem acontecendo nas esferas de governos Federal, Estadual e Municipal. Os servidores municipais têm consciência deste momento histórico e dai advém a baixa adesão a este movimento.
* Léo Prates é vereador, vice-líder do governo e líder do DEM na Câmara de Vereadores de Salvador.
