Professora diz que "O Troco" já lhe deu muito prejuízo e faz ironia com Sara Verônica
Filha de Jaqueline Carvalho, professora que perdeu o emprego por dançar o hit "Todo Enfiado", está recebendo acompanhamento psicológico. Em entrevista ao BN, Jaqueline revelou como a vida mudou depois da exposição na mídia, quanto ganhou da Record para conceder entrevista, além, claro, de explicar como aconteceu o vazamento do segundo vídeo da dança do “Todo Enfiado”. E quado o assunto é Sara Verônica, ex-dançarina da Cia do Pagode, Jaque prefere evitar falar sobre as farpas que uma andou trocando com a outra nas últimas semanas. Confira a entrevista completa
na Coluna Holofote!
"Eu não toparia ser dançarina da banda 'O Troco', mas de outra banda, eu pensaria"
Coluna Holofote: O que mudou em sua vida depois da divulgação do vídeo de você dançando no palco em rede nacional e na internet?
Jaqueline Carvalho: Minha privacidade. Eu não tenho mais nenhuma. Não posso sair, me divertir e nem pegar transporte coletivo. Mudou completamente.
CH: Como sua filha, de sete anos, reage diante de toda esta repercussão?
J.C: No momento ela está passando por problemas psicológicos. Está sendo acompanhada por um médico. E, quando ela vê na televisão o vídeo, fica nervosa.
CH: Você disse que já viu ela ensaiando seus passos. Acha que acabou sendo uma má influência para sua própria filha?
J.C: Má influência não. Porque eu sou mãe e não sou má influencia. Na
verdade sou um espelho. Ela se reflete em mim.
CH: Gostaria de ser contratada como dançarina da banda O Troco
ou de qualquer outra de pagode?
J.C: Da banda O Troco não. Mas, de outra banda, eu pensaria. Depende da
banda e da proposta.
CH: Porque não da banda O Troco?
J.C: Porque já tive muito prejuízo por conta da banda. Tudo aconteceu
na banda e se eu vir a participar da própria pode acontecer um novo transtorno em minha vida.
CH: Os empresários da banda, O Troco, estão te ajudando financeiramente?
J.C: Houve uma proposta do empresário. Mas, ainda não está concretizada. Eles propuseram fazer um ensaio da banda no Píer da Ribeira e ficaram de me passar a bilheteria do ensaio e, eu topei porque estou precisando do dinheiro.
CH: Você disse qeu foi a primeira vez que subiu ao palco e se portou daquela maneira. No entanto, o jornal, Correio da Bahia, divulgou um novo vídeo onde você aparece fazendo a mesma performance. Como você explica isso?Atribui ao álcool de novo?
J.C: Não. Na verdade eu tinha esquecido completamente deste outro show. Eu nem me lembrava. Mas, é como eu disse: - Estava no momento de descontração. Estava me divertindo, estava fora do meu ambiente de trabalho. Estava me divertindo como qualquer outra pessoa.
CH: Você acha que sua demissão foi justa?
J.C: A demissão foi justa em uma parte por conta da questão de eu ser educadora infantil.
CH: Se na escola que sua filha estuda tivesse uma professora com
seu comportamento você tiraria ela do colégio?
J.C: Não se a professora tivesse meu perfil profissional. E, se o
vídeo dela dançando vazasse ela, como eu, não estaria mais na escola.
E se fosse algo interno da escola não teria problema porque eu sou
dedicada ao meu trabalho e cuido dos meus alunos como se fossem meus
filhos.
CH: Se não fosse você naquele palco, fosse outra mulher dançando
exatamente como você dançou, como você julgaria ela?
J.C: Eu não a julgaria. Porque sou um ser humano e não tenho
capacidade para julgar, só Deus deve julgar e eu estando no mesmo
ambiente que ela eu teria coragem de fazer o mesmo. Até porque o
ambiente é propicio para o q aconteceu. Quem estava ali sabia que isso
poderia acontecer.
CH: Então você acha normal o que você fez?
J.C: Sim acho. É uma dança normal. Assim como tem a do “Todo Enfiado”,
tem a da cadeira erótica, surubão e outras piores.
CH: É verdade que você recebeu R$ 15 mil reais da Record?
J.C: Não. A única coisa que recebi da emissora foram as passagens e a
estadia para São Paulo.
CH: E em relação a Sara Verônica, dançarina da Cia do Pagode?
J.C: Eu não tenho nada a falar dela. Isso já rendeu muita polêmica e
assim como ela me desejou toda sorte do mundo eu faço o mesmo. Desejo
que ela consiga se reerguer.
CH: Para finalizar, você tem namorado? E como ele reagiu a tudo isto?
J.C: Tenho. Ele ficou chateado. Mas, esta comigo para o que der e vier.
Por Driele Veiga
