Referência em câncer no país, Inca pode ter dificuldade em atendimento por falta de pessoal
O Instituto Nacional de Câncer (Inca), principal centro de referência no tratamento, pesquisa e prevenção do câncer no país, pode enfrentar dificuldade nos serviços no fim deste ano por falta de pessoal. Segundo o diretor-geral do Inca, Luiz Santini, o instituto, que precisa de quatro mil profissionais para operar, tem atualmente um déficit de 900 funcionários. De acordo com Santini, dez leitos de tratamento intensivo precisaram ser fechados, assim como oito das 27 salas de cirurgia. O problema é sentido também na radioterapia, que atende a mais de 20% da demanda pelo serviço, e onde há um déficit de 20 técnicos. Em dezembro deste ano, o problema pode se agravar pelo fato de a Fundação Ary Frauzino ter que romper o convênio com o Inca por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). Um total de 633 profissionais que atendem no instituto são encaminhados pela fundação. Informações da Agência Brasil.