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Vice-ministra cubana nega 'mercantilização' de médicos

Foto: Agência Brasil
A vice-ministra da Saúde de Cuba, Márcia Cobas, respondeu nesta segunda-feira (3) à acusação de “comércio humano” na vinda de médicos para o Brasil pelo programa Mais Médicos. Em cerimônia na Universidade de Brasília (UnB) para recepcionar os profissionais cubanos, Márcia negou que o governo cubano sustente parte de seu Produto Interno Bruto (PIB) com a “exportação” de profissionais. “Não exportamos médicos, exportamos o serviço de saúde. Cuba, como todos conhecem, é um país pobre, sem grandes recursos naturais. É um país ‘bloqueado’", disse Márcia, ao participar da aula inaugural para os médicos estrangeiros e brasileiros com registro profissional no exterior. Na Universidade de Brasília (UnB), participaram da aula 176 cubanos e 23 profissionais com registro no exterior. Enviada do governo de Havana, Márcia defendeu o sistema público de saúde em Cuba e disse que os profissionais locais têm garantia de emprego em seu país de origem, o que, segundo ela, permitira que parte dos médicos façam missões oficiais no exterior. “Cuba não mercantiliza [médicos]. Durante mais de 50 anos, Cuba prestou serviços gratuitos no Haiti, Bolívia, na América Central e na África. Temos profissionais de alta qualificação”, relatou. Informações da Veja.

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