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Hapvida NDI anuncia ingresso no Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+; confira

Por Redação

O grupo Hapvida e NotreDame Intermédica (NDI) concluiu o seu ingresso conjunto no Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, na Coalização Empresarial pelo Fim da Violência contra Meninas e Mulheres, e na Rede Empresarial de Inclusão Social (Reis). Os co-CEOs Jorge Pinheiro e Irlau Machado realizaram o anúncio na última semana na sede da empresa, em São Paulo.

 

Antes da fusão com a NotreDame Intermédica, ocorrida no início do ano, o Sistema Hapvida já detinha os selos de participação no Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, na Reis e na ONU Mulheres. Agora, este processo é unificado. Juntas, as duas companhias têm 72 mil colaboradores, com 500 deles participando efetivamente dos grupos de afinidade, e 147 funcionários trans, segundo o último censo realizado pela Companhia no ano de 2021.

 

Entre as novidades informadas pela companhia, Hapvida NotreDame Intermédica, que é integrante do Pacto Global e ONU Mulheres, também lançará o Canal da Mulher, que oferecerá apoio psicológico, jurídico e social para colaboradoras, além da campanha interna "Um só compromisso", em prol da diversidade. Na ação, será divulgado ainda o Manifesto da Diversidade, criado com o apoio da governança de diversidade e os grupos de afinidades.

 

"A Hapvida NotreDame Intermédica NDI tem a diversidade dentro da governança, em seu planejamento estratégico, com executivos, gestores, clientes e grupos de afinidades discutindo questões e ações de gênero, gerações, pessoas com deficiência, mulheres e negros dentro da empresa. A diversidade e a inclusão social transformam o ambiente empresarial, que precisa estar em conformidade com a sociedade que o cerca. Isso é ótimo para todos, porque nós nos tornamos mais sensíveis às necessidades dos nossos clientes e, abraçando a diversidade, ainda mais inovadores por estarmos abertos a diferentes formas de pensar e olhar”, explicou o vice-presidente de ASG da Hapvida NDI, João Alceu.

 

Para o assistente administrativo e homem trans Cândido Lima, de 23 anos, que atua no departamento de Comunicação e Diversidade do Hapvida NotreDame Intermédica, é muito importante ter uma empresa diversa e inclusiva, responsável, com direitos e respeito ao nome social no crachá e no atendimento. “Isso gera um sentimento ainda mais positivo entre todos porque contribuímos para uma empresa ainda mais justa, com sentimento de pertencimento. Segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), a população trans, no Brasil, tem expectativa de vida de menos de 35 anos. Este número é expressivo, perante a expectativa de vida da população em geral, que é de 74 anos. Precisamos de visibilidade e valorização, pois a participação de pessoas trans no mercado de trabalho torna a sociedade ainda mais consciente do papel deste público", destacou. 

 

"Pessoas LGBTI+ são pessoas, deveriam ter seus direitos respeitados na sociedade toda, mas nem sempre é assim. Que bom ver organizações como a Hapvida NotreDame Intermédica NDI representando um ambiente corporativo que busca colocar em prática o artigo primeiro da Declaração dos Direitos Humanos: todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. É desafiador, mas é possível, necessário e urgente", reforçou Reinaldo Bulgarelli, secretário-executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+.

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