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Tabela SUS e piso de enfermagem ameaçam continuidade do legado de Santa Dulce

Por Bruno Leite

Foto: Adriana Patrocínio / OSID

Há 63 anos, nascia na Bahia as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). Liderada pela religiosa que anos depois ficaria conhecida como a primeira Santa do Brasil, a instituição fundamenta-se, naquele momento, no apoio aos mais vulneráveis da cidade de Salvador. 

 

Com mais de 7 mil servidores nos diversos braços de assistência, responsável pela realização de mais de 23 mil cirurgias e pelo atendimento de 3 milhões de baianos, a OSID atualmente é uma das maiores instituições filantrópicas do país e chama a atenção de artistas como o escritor Paulo Coelho e o ator Paulo Gustavo, que quando vivo fez doações milionárias para a entidade.

 

Da mesma dimensão que é o raio de atuação também é a dívida da OSID, que acumula mensalmente um déficit de R$ 1,3 milhões mensais e poderá, com a implementação do piso nacional dos profissionais de enfermagem, cerca de R$ 4,5 milhões.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, a superintendente das obras sociais e sobrinha do "Anjo Bom da Bahia", Maria Rita Pontes, conta sobre o abismo financeiro e os desafios que outras organizações em todo o Brasil enfrentam.

 

"Com a pandemia a situação piorou, porque bateu em cheio a inflação dos insumos da área de saúde, os medicamentos subiram muito e também a inflação que todos nós conhecemos do dia a dia e que impacta diretamente numa obra que tem 727 e além disso outros núcleos de atendimento como na educação", revelou a gestora. Confira a entrevista completa clicando aqui.

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