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Homens que tiram menos de 3 semanas de férias por ano têm maior risco de morrer

Foto: Shutterstock

Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Helsinque, na Finlândia, apontou que um tempo menor que três semanas de férias por ano aumenta o risco de morte precoce. O alerta é principalmente para os homens, já que foram analisados 1.222 pessoas do sexo masculino, em um período de 40 anos. Todos tinham ao menos um fator de risco cardiovascular.

 

Os participantes foram divididos em dois grupos, segundo a revista Super Interessante. Um deles teve indicações precisas dos pesquisadores, como praticar exercícios aeróbicos, adotar uma dieta saudável e parar de fumar. Já o segundo recebeu apenas orientações básicas.

 

O grupo monitorado apresentou melhoras iniciais na saúde cardiovascular. No entanto, depois de 15 anos, a maioria deles já havia morrido. Quatro décadas depois, ao voltar aos dados, os pesquisadores perceberam que fatores como rotina de trabalho, sono e períodos de descanso também eram essenciais. Observou-se que aqueles que trabalhavam muito e descansavam pouco tinham maior chance de morrer.

 

"O estilo de vida estressante pode ter se sobreposto a qualquer benefício da intervenção que fizemos. É possível também que as regras impostas tenham adicionado ainda mais tensão à rotina deles", avaliou Timo Strandberg, autor do estudo. Os homens que tiraram três semanas ou menos de férias no ano apresentaram risco 37% maior de morrer, em comparação àqueles que descansaram por mais tempo.

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