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Bahiafarma aposta em medicamentos, próteses e órteses para ampliação de produção

Por Júlia Vigné / Renata Farias

Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias
Após a venda de 3,5 milhões de testes rápidos de Zika vírus, o laboratório público baiano Bahiafarma está em negociação com o Ministério da Saúde para a produção e venda de testes rápidos contra dengue e chikungunya. É o que conta o secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, que afirmou ter uma reunião marcada com a pasta nesta semana. Buscando um protagonismo no país, o laboratório abriu seu leque e, agora, além de medicamentos e de testes rápidos de zika, produz também próteses e órteses e investe em medicamentos para doenças “negligenciadas”, como a anemia falciforme. “Nós somos um laboratório público baiano, a anemia falciforme é uma doença de negros, a Bahia é o estado que tem o maior contingente de portadores de anemia falciforme fora do continente africano, e a medicação principal para tratar esses pacientes, que é a hidroxiureia, falta de forma sistemática no país”, explicou o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas. A planta de produção de hidroxiureia será construída em Vitória da Conquista, juntamente com a planta de medicamentos para câncer. Como uma nova aposta, há também a produção de descartáveis, como vacinas, algodões, que passarão a ser produzidos pelo laboratório. Outros investimentos do governo do Estado para a saúde foram inaugurados e anunciados nesta semana, como o Hospital da Mulher, que terá a união de diversas especialidades médicas e trará um suporte maior para as mulheres.  Confira entrevista completa!

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