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OMS desmente relação do zika vírus com inseticidas, mosquitos transgênicos e vacinas

Foto: Reprodução
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado na última sexta-feira (19) para desmentir diversos boatos que circularam nos últimos meses sobre o zika vírus e a microcefalia. A OMS afirma que não há provas de que as vacinas, inseticidas ou mosquitos transgênicos causem a má-formação, que afeta bebês brasileiros. "Não há evidências ligando qualquer tipo de vacina ao aumento do número de casos observados primeiro na Polinésia Francesa durante o surto de 2013 e 2014 e, mais recentemente, no Nordeste do Brasil", afirma o documento. A OMS afirmou que um estudo realizado em 2014 como um levantamento do Global Advisory Committee on Vaccine Safety (GACVS) mostraram que não há evidências de que vacinas administradas durante a gravidez causariam qualquer problema congênito nos bebês. A OMSE também negou que o inseticida piriproxifeno seria a verdadeira causa da microcefalia. "Uma equipe de cientistas da OMS recentemente revisou os dados toxicológicos do piriproxifeno, um dos 12 larvicidas que a OMS recomenda para reduzir a população de mosquitos. A equipe não encontrou evidências de que o larvicida afete o desenvolvimento de fetos”, diz o texto. O órgão também diz que não há evidências que os mosquitos geneticamente modificados causariam a microcefalia. "Nesses mosquitos, os genes dos machos são modificados. Por causa dessa alteração, quando eles acasalam com fêmeas, as larvas geradas não sobrevivem. Essa prática tem como objetivo controlar as populações de mosquitos”, assevera.

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