Inca estima que 1,2 milhão de pessoas terão diagnóstico de câncer nos próximos dois anos
Nos próximos dois anos, 1,2 milhão de pessoas serão diagnosticadas com câncer no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Na sexta (27), o Instituto lançou as estimativas nacionais, que baseiam os investimentos e políticas públicas de controle e tratamento do câncer, para 2016 e 2017. Pelos cálculos, haverá o registro de 596.070 casos por ano, sendo as mulheres mais afetadas com 300.870 casos.
A cada 10 brasileiros, três serão diagnosticados com câncer de pele não-melanoma, tipo de câncer de baixa letalidade e mais prevalente para ambos os sexos. Fora essa classificação da doença, as mulheres terão mais diagnósticos de cânceres de mama (57.960 casos por ano), cólon e reto (17.620), colo do útero (16.340), pulmão (10.860), estômago (7.600), corpo do útero (6.950), ovário (6.150), glândula tireoide (5.870) e linfoma não-Hodgkin (5.030). Entre os homens, os tipos mais incidentes serão próstata (61.220), pulmão (17.330), cólon e reto (16.660), estômago (12.920), cavidade oral (11.140), esôfago (7.950), bexiga (7.200), laringe (7.360) e leucemias (5.540). Isso sem considerar os índices dos cânceres de pele.
A cada 10 brasileiros, três serão diagnosticados com câncer de pele não-melanoma, tipo de câncer de baixa letalidade e mais prevalente para ambos os sexos. Fora essa classificação da doença, as mulheres terão mais diagnósticos de cânceres de mama (57.960 casos por ano), cólon e reto (17.620), colo do útero (16.340), pulmão (10.860), estômago (7.600), corpo do útero (6.950), ovário (6.150), glândula tireoide (5.870) e linfoma não-Hodgkin (5.030). Entre os homens, os tipos mais incidentes serão próstata (61.220), pulmão (17.330), cólon e reto (16.660), estômago (12.920), cavidade oral (11.140), esôfago (7.950), bexiga (7.200), laringe (7.360) e leucemias (5.540). Isso sem considerar os índices dos cânceres de pele.