Paralisação de médicos faz maternidade de Cajazeiras funcionar só em casos de risco
Por Francis Juliano
Médicos que atendem na Maternidade Albert Sabin, em Cajazeiras, subúrbio de Salvador, esperam que até esta segunda-feira (10) para que o governo do estado regularize os salários atrasados desde agosto. Segundo o sindicato da categoria, Sindimed, desde a sexta-feira (7), só são atendidos pacientes com maior risco. Caso não haja resposta do governo os profissionais prometem seguir a paralisação por tempo indeterminado. "O governo prometeu pagar em outubro, mas não pagou. Na semana passada disseram que iam pagar e a mesma coisa ocorreu", disse Luiz Américo Câmara, vice-presidente do Sindimed. A unidade atende os bairros de Cajazeias e Fazenda Grande. No dia 18 de novembro, a representação vai realizar uma assembleia para discutir a situação dos 1,5 mil médicos contratados por Pessoa Jurídica (PJ), terceirizados, que, segundo a entidade, têm enfrentado atrasos em salários.