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Chocolate amargo reduz colesterol e risco de doenças vasculares

Com frequência o chocolate é demonizado, mas estudos recentes provam que o produto faz bem. Ouve-se que ele faz mal, engorda, dá espinhas, entope as artérias do coração, causa gordura no fígado, piora gastrite e outras coisas. Não é mentira, mas segundo a nutricionista Vanderli Marchiori, uma revisão sobre todos os estudos já publicados sobre chocolate chegou em um consenso: ele pode ser bom sim, desde que a pessoa saiba como consumir. Não adianta se enfiar em uma caixa de bombons e esperar que ele antioxide o corpo. O que vai acontecer depois desse exagero são os problemas já citados no início. Agora, se o consumo diário for de 30 gramas de chocolate amargo (60% cacau), pode-se esperar o que as pesquisas revelaram: uma melhora na disposição, funcionamento cerebral, redução da vontade de comer doces, redução do mau colesterol (LDL) e aumento discreto do bom (HDL), diminuição do risco de doenças vasculares, melhora no envelhecimento da pele e a antioxidação, que poderia evitar o câncer.

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