Tendência para acne varia de pessoa; histórico familiar e alimentação influenciam
Uma espinha incomoda muita gente. Imagine quem têm várias delas, principalmente no rosto. De acordo com o programa Bem Estar, a acne causa uma série de problemas, que podem afetar a relação com amigos, além de situações na escola ou no trabalho. Segundo a dermatologista Sabrina Alessi e o endocrinologista Alfredo Halpern, a tendência para o surgimento das espinhas varia de pessoa. Sofre mais que tem a pela mais oleosa, que produz com excesso queratina e sebo. Acumuladas nos folículos da pele, essas substâncias provocam as acnes. Quem costuma ingerir alimentos gordurosos também está mais propenso a ter espinhas, apesar de ainda não haver nenhuma evidência científica de que um produto específico tenha influência direta no surgimento das espinhas (o que inclui chocolate e amendoim). Outro fator para a acne é desregulação hormonal no corpo, que pode também levar ao excesso de óleo na pele. Por isso, é tão comum que as mulheres, sobretudo as mais novas, tenham mais espinhas quando estão perto de menstruar. A síndrome do ovário policístico, que altera o ciclo menstrual, também pode ocasionar espinhas nas meninas. A pílula anticoncepcional – sob orientação do ginecologista – pode regular o ciclo e, por tabela, ajudar no tratamento das espinhas.
Veja abaixo os vários graus da acne:
Veja abaixo os vários graus da acne:
grau 1: cravos
grau 2: inflamadas (pápulas)
grau 3: pústulas
grau 4: pústulas, nódulos (chegam a causar febre)
Casos mais simples de acne podem ser tratados com limpeza de pele. Os mais graves são medicados com antibióticos. Em último caso, é indica a isotretinoína, medicamento que reduz a oleosidade da pele e acaba com as espinhas.