Especialistas afirmam que cigarros eletrônicos contribuem para aumento do risco de aterosclerose
O uso de cigarros eletrônicos até pode ajudar a cortar o vício, mas não reduz os riscos de aterosclerose, a primeira causa de ataques cardíacos em todo o mundo. Estudo realizado em tecidos de ratos e de humanos mostrou que a exposição à nicotina – principal substância viciante do cigarro e que também está presente nos cigarros eletrônicos - pode causar dano nas células do coração. “Os resultados sugerem que os cigarros eletrônicos não reduzem o risco dos fumantes para doença cardíaca” disse Chi-Ming Hai, pesquisador da Universidade de Brown, nos Estados Unidos, e autor do estudo apresentado recentemente no encontro anual da Sociedade Americana de Biologia Celular.
O aumento do risco de desenvolver aterosclerose em fumantes de cigarros comuns por conta de outros agentes químicos já foram comprovados há alguns anos, mas ainda não se sabia qual mecanismo fazia com que a nicotina tivesse relação com a invasão de células do músculo liso vascular – células encontradas na parte interior dos vasos sanguíneos. Agora, os testes feitos em células do músculo liso vascular de ratos e humanos mostraram que existe uma relação direta entre a nicotina e a aterosclerose. No estudo, a nicotina apareceu como condutora do aumento de invasão de células do músculo liso vascular da camada média da parede arterial para a camada interna da parede arterial, o que aumenta a formação de placas na aterosclerose. Com informações do Ig Saúde.
O aumento do risco de desenvolver aterosclerose em fumantes de cigarros comuns por conta de outros agentes químicos já foram comprovados há alguns anos, mas ainda não se sabia qual mecanismo fazia com que a nicotina tivesse relação com a invasão de células do músculo liso vascular – células encontradas na parte interior dos vasos sanguíneos. Agora, os testes feitos em células do músculo liso vascular de ratos e humanos mostraram que existe uma relação direta entre a nicotina e a aterosclerose. No estudo, a nicotina apareceu como condutora do aumento de invasão de células do músculo liso vascular da camada média da parede arterial para a camada interna da parede arterial, o que aumenta a formação de placas na aterosclerose. Com informações do Ig Saúde.