Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Saúde
Você está em:
/
/
Saúde

Notícia

Moda em dietas, óleos vegetais ainda carecem de comprovação de benefícios

Foto: Reprodução
Mesmo com a promessa de emagrecimento, óleos como os de coco, linhaça ou cárdamo, populares em sites de dieta, não têm ainda consenso entre especialistas. "A literatura científica sobre o óleo de coco é ampla", diz Natana Martins, nutricionista do Herbarium, marca de fitoterápicos e suplementos, em matéria da Folha. Ele afirma que o efeito emagrecedor é atribuído à propriedade termogênica da gordura do coco (que aumenta a queima de calorias no corpo). Segundo os fabricantes, apesar do alto valor calórico, essas gorduras vegetais aceleram o metabolismo e aumentam a saciedade, o que ajuda na perda de peso. O nutrólogo Edson Credidio, pesquisador da Unicamp, informa que essa ação ainda não foi comprovada. "As pesquisas encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento e não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido", disse. Para a nutricionista Ana Maria Lottenberg, do Laboratório de Lípides do Hospital das Clínicas de SP, óleos mais novos usados em dietas, como os de chia, cártamo (planta da família do crisântemo), abacate e linhaça são boas fontes de ômega 3, 6 e 9, gorduras mais saudáveis que as saturadas e que ajudam na manutenção da saúde cardiovascular. Mas eles não emagrecem. "É uma falácia. Quem emagrece tomando óleo é porque faz outras mudanças alimentares em conjunto", criticou.

Compartilhar