Abaixo os tabus: precisamos falar sobre sexo durante o tratamento do câncer
Pessoas com câncer passam por diversos tipos de tratamento. Muitas vezes dolorosos, outros nem tanto. O fato é que durante o processo de quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia, o corpo das mulheres sofre inúmeros efeitos colaterais.
Além da queda de todos os pelos do corpo, ocorre a secura das mucosas – o que dificulta a lubrificação da vagina – e também a queda da libido. Alguns medicamentos muito utilizados durante o tratamento de câncer, como o Tamoxifeno e Zoladex, também contribuem para esse quadro.
Outra questão problemática que as mulheres passam é a insegurança em relação ao próprio corpo, principalmente para as mastectomizadas, já que os seios são o símbolo de feminilidade da mulher e protagonista da sua sexualidade, então fica muito difícil tirar a roupa na hora da transa. A falta de cabelo também intimida as mulheres, mas isso são detalhes que, com os truques certos - como um sutiã próprio ou uma peruca bem colocada na cabeça - talvez resolva. Porém, muitas pacientes relatam que nem satisfazer-se sozinha elas sentem vontade. Por tudo isso, este é um assunto tabu e extremamente complexo de se tratar, tanto entre as mulheres quanto com os seus próprios companheiros.
Estar bem com a sexualidade é sinônimo de segurança pessoal, mas este não é um processo fácil, muito menos para as mulheres que sofrem com queda na libido e falta de lubrificação. Porém, há técnicas e produtos que funcionam bem para melhorar este quadro, como é o caso de massagens, lubrificantes e até vibradores. Mas atenção! Mulheres que estão passando pelo tratamento de câncer não podem utilizar produtos que tenham hormônios em sua fórmula, além de que precisam tomar cuidado em dobro com a higiene.
Há inúmeros benefícios em se estimular a sexualidade durante e depois do tratamento, principalmente como forma de elevar a autoestima da paciente, além de ajudar a fortalecer o relacionamento com o parceiro.
Uma das dicas é o autoconhecimento, a mulher precisa conhecer o seu próprio corpo para poder ter prazer. Conhecer-nos com ajuda do nosso parceiro é sempre mais gostoso, mas podemos fazer isso sozinha e o uso de vibradores é sempre bem-vindo. Mulheres que estão passando pelo tratamento de câncer não podem utilizar produtos que tenham hormônios em sua fórmula, além de precisarem tomar cuidado em dobro com a higiene. Outra técnica que é recomendada para mulheres que estão em tratamento de câncer é o sexo anal. Por conta da falta de lubrificação na vagina, esta é uma prática que pode ser explorada – isso se a mulher se sentir confortável e quiser experimentar. E sempre utilizar camisinha.
Além da queda de todos os pelos do corpo, ocorre a secura das mucosas – o que dificulta a lubrificação da vagina – e também a queda da libido. Alguns medicamentos muito utilizados durante o tratamento de câncer, como o Tamoxifeno e Zoladex, também contribuem para esse quadro.
Outra questão problemática que as mulheres passam é a insegurança em relação ao próprio corpo, principalmente para as mastectomizadas, já que os seios são o símbolo de feminilidade da mulher e protagonista da sua sexualidade, então fica muito difícil tirar a roupa na hora da transa. A falta de cabelo também intimida as mulheres, mas isso são detalhes que, com os truques certos - como um sutiã próprio ou uma peruca bem colocada na cabeça - talvez resolva. Porém, muitas pacientes relatam que nem satisfazer-se sozinha elas sentem vontade. Por tudo isso, este é um assunto tabu e extremamente complexo de se tratar, tanto entre as mulheres quanto com os seus próprios companheiros.
Estar bem com a sexualidade é sinônimo de segurança pessoal, mas este não é um processo fácil, muito menos para as mulheres que sofrem com queda na libido e falta de lubrificação. Porém, há técnicas e produtos que funcionam bem para melhorar este quadro, como é o caso de massagens, lubrificantes e até vibradores. Mas atenção! Mulheres que estão passando pelo tratamento de câncer não podem utilizar produtos que tenham hormônios em sua fórmula, além de que precisam tomar cuidado em dobro com a higiene.
Há inúmeros benefícios em se estimular a sexualidade durante e depois do tratamento, principalmente como forma de elevar a autoestima da paciente, além de ajudar a fortalecer o relacionamento com o parceiro.
Uma das dicas é o autoconhecimento, a mulher precisa conhecer o seu próprio corpo para poder ter prazer. Conhecer-nos com ajuda do nosso parceiro é sempre mais gostoso, mas podemos fazer isso sozinha e o uso de vibradores é sempre bem-vindo. Mulheres que estão passando pelo tratamento de câncer não podem utilizar produtos que tenham hormônios em sua fórmula, além de precisarem tomar cuidado em dobro com a higiene. Outra técnica que é recomendada para mulheres que estão em tratamento de câncer é o sexo anal. Por conta da falta de lubrificação na vagina, esta é uma prática que pode ser explorada – isso se a mulher se sentir confortável e quiser experimentar. E sempre utilizar camisinha.
* Luísa Fragão - Instituto Quimioterapia e Beleza